Engenharia Biomédica

Engenheiro biomédico alia conhecimentos da engenharia com a área de ciências médicas

Publicado por Silvia Tancredi em Engenharias

Compartilhe

O engenheiro biomédico desenvolve aparelhos que ajudam a identificar problemas físicos
O engenheiro biomédico desenvolve aparelhos que ajudam a identificar problemas físicos

Anteriormente, para ser especialista na área de Engenharia Biomédica era preciso fazer pós-graduação. Em meados dos anos 2000, surgiram os primeiros cursos de graduação, com destaque para os oferecidos pelas universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ), Uberlândia (UFU) e Pernambuco (UFPE).

Para se dar bem no curso e na profissão, o estudante de Engenharia Biomédica precisa ter interesse tanto na área de engenharia quanto na médica. Deve conhecer bem o corpo humano e os seus movimentos para poder criar e desenvolver equipamentos que ajudem a diagnosticar e tratar de problemas físicos. 

Os engenheiros biomédicos podem atuar em hospitais, clínicas, empresas de biotecnologia, entre outras. Também podem atuar em órgãos públicos e seguir carreira acadêmica. 

Público-alvo

O curso de Engenharia Biomédica é voltado para estudantes que gostam das áreas de engenharia e médica. Também é necessário ser curioso, criativo e inovador, conduzir experimentos com propriedade, ter comunicação eficiente, saber trabalhar em equipe, ter capacidade de raciocínio rápido e habilidade para resolver problemas, em especial os ligados à área de engenharia de ciências médicas. 

Além dessas características, é fundamental que o aluno tenha interesse no corpo humano e nos seus movimentos. 

O curso

Nos primeiros anos, os alunos têm aulas de disciplinas mais básicas, como física, química, álgebra, computação e expressão gráfica. Vale destacar que também é ministrada a matéria de anatomia humana. 

Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)

Nos anos seguintes, há disciplinas mais específicas, como circuitos elétricos, engenharia de software, biofísica, eletrônica digital, instalações elétricas, etc. 

Os estudantes veem, ainda, matérias mais práticas como biomateriais e próteses, metrologia em saúde, engenharia clínica, imagens médicas e interface homem-máquina em saúde. Nos dois últimos períodos, os alunos fazem o trabalho de conclusão de curso e passam por estágio obrigatório.    

Duração média

O curso de Engenharia Biomédica normalmente dura cinco anos ou dez períodos, dependendo da instituição. 

Mercado de trabalho

Como o curso é relativamente novo, o mercado de trabalho é carente de profissionais da área. Normalmente, os engenheiros biomédicos atuam projetando, desenvolvendo e montando equipamentos e instrumentos médicos, biomédicos e odontológicos, os quais são usados para diagnosticar doenças ou para realizar tratamento terapêutico. 

Os profissionais da área podem atuar ainda na criação e desenvolvimento de softwares e equipamentos eletrônicos que dão suporte aos profissionais da área de saúde. 

Como o engenheiro biomédico tem conhecimento de como é o ambiente e a logística de hospitais, clínicas e outros centros de saúde, pode atuar no gerenciamento e compra de equipamentos médicos mais eficazes. O profissional pode atuar também em pesquisas na área. 

Formas de atuação

O engenheiro biomédico pode trabalhar em hospitais, clínicas, laboratórios, empresas prestadoras de serviços, indústrias, centros de pesquisas, empresas de biotecnologia, empresas de consultoria, entre outras. 

VEJA TAMBÉM

1 2
  • Confira a 3ª chamada do Vestibular 2019 da UNEB

    A Universidade do Estado da Bahia (UNEB) publicou na tarde desta sexta-feira, 22 de fevereiro, a relação de aprovados na terceira chamada do Vestibular 2019.

  • Fuvest solta a 5ª chamada do Vestibular 2019

    A Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) divulgou hoje, 22 de fevereiro, a 5ª chamada do Vestibular 2019 para ingresso na Universidade de São Paulo (USP). Agora, é necessário fazer a etapa virtual, das 08h de segunda-feira, 25 de fevereiro até as 16h do dia 26.

  • Unicamp divulga 3ª chamada do Vestibular 2019

    A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) soltou nesta quarta-feira, 20 de fevereiro, os aprovados em 3ª chamada no seu Vestibular 2019. Conforme o calendário liberado pela universidade, os selecionados deverão fazer as matrículas no dia 22 de fevereiro.

  • UEM divulga mudanças para o Vestibular 2019

    A Universidade Estadual de Maringá (UEM), divulgou essa semana a aprovação de alterações no regulamento do Vestibular para cursos de graduação em 2019. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEP) da Universidade deu o aval nas propostas sugeridas pela Comissão Central do Vestibular Unificado (CVU).

  • 2ª repescagem do PS 2019 da UFPA está disponível

    A Universidade Federal do Pará (UFPA) soltou ontem, 20 de fevereiro, o resultado da 3ª repescagem seu Processo Seletivo (PS) 2019, cujo critério de seleção foi o desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018. Selecionados deverão realizar matrículas a partir desta sexta-feira, 22, para a entrega dos documentos exigidos no curso em que foram classificados.

  • 2ª reclassificação do PISM 2019 da UFJF é publicada

    A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em Minas Gerais, solto nesta quarta-feira, 20 de fevereiro, a lista de aprovados na 2ª reclassificação da terceira etapa do Programa Seletivo de Ingresso Misto (PISM) 2019. Agora, os aprovados deverão fazer a pré-matrícula online até sexta-feira, dia 22.