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Por onde devo começar?

Estar perdido, sem saber por onde começar acontece frequentemente com grande parte das pessoas que decide realizar um intercâmbio.

Publicado por Érica Caetano em Antes de viajar

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Os jovens ficam confusos ao iniciar a organização da viagem de intercâmbio.
Os jovens ficam confusos ao iniciar a organização da viagem de intercâmbio.

Você decidiu que vai fazer intercâmbio para o exterior, mas, e agora? O que devo organizar? O que é prioridade? Vamos tentar esclarecer esses questionamentos através de um prático passo a passo. Confira:

 

- Qual é a sua meta com a viagem?

Quando pensamos em estudar no exterior, temos algum objetivo a ser alcançado. Isso precisa estar bastante claro, afinal de contas, realizar uma viagem desse tipo inclui custos e investimentos. Seu foco é estudar? Trabalhar? Aprender uma nova língua? Fazer aulas de interesse específico, como gastronomia, arte ou fotografia? É preciso ter essa meta bem definida para poder escolher o programa mais adequado e que se enquadre no seu perfil a fim de suprir suas expectativas.

- Converse com um especialista

Depois de definir a meta da sua viagem, procure um especialista da área para conversar mais a respeito da experiência que deseja obter. Peça a ele opinião e sinceridade no que ele tiver de conhecimento do assunto em questão. Se você busca um curso de línguas, procure saber se realmente é uma boa ideia realizar esse curso no exterior, o que ele vê de positivo na experiência etc. Isso também deve ser feito caso o foco seja um curso de interesse específico. O especialista indicará as melhores instituições e localidades. Com isso, ao buscar uma agência especializada, você estará mais familiarizado com tudo e mais seguro das decisões que tiver que tomar. A opinião de uma pessoa com vasto conhecimento é muito importante para o futuro intercambista, pois gera mais segurança na tomada de decisão.

- Defina o tipo de acomodação

Após conversar com a pessoa da área, você estará apto a escolher seu destino e procurar uma agência especializada para relatar seus objetivos, o motivo da viagem e o país em que deseja morar. A empresa irá buscar ajustar as opções que possui de acordo com as suas necessidades, já que você está seguro e pesquisou a respeito do que pretende fazer fora do país. Nesse momento, surge outra escolha a fazer, que é a do tipo de acomodação. A opção nessa etapa dependerá do seu estilo de vida e de seu interesse escolhido lá no início. Residência estudantil ou casa de família? Tudo dependerá do que você deseja viver durante a experiência de intercâmbio.

- Preços x Custo de vida de cada local

Nem sempre podemos escolher o país o qual desejamos morar somente pela identificação com os costumes ou pela vontade de conhecer o local. É preciso levar em conta outros aspectos, como o custo de vida. Assim, é possível avaliar se você gastará muito com a estadia no local ou se o preço será viável. Um exemplo disso é o que acontece com pacotes para os EUA ou Inglaterra. Os dois pacotes podem ter preços parecidos, entretanto, o custo de vida na Inglaterra costuma ser mais caro, pois sua moeda (Libra esterlina) é mais valorizada do que a moeda americana (Dólar). Desse modo, se gasta mais para comprar a moeda inglesa e, com isso, os custos no dia a dia são maiores. Mas analisando por outro lado, estando na Inglaterra, é possível viajar por países europeus a preços melhores. Portanto, é preciso levar em conta todos esses aspectos antes de tomar a decisão.

- Morar em locais com mais brasileiros ou não?

Também deve ser levada em conta e avaliada no processo de definição de destino do intercâmbio a quantidade de brasileiros morando na mesma localidade em que você pretende ir. Devido ao crescente número de “compatriotas” morando fora, é preciso estar atendo ao país escolhido. Cidades mais conhecidas, como Nova York, Vancouver e Londres, têm maior concentração de brasileiros do que em cidades menores, menos famosas. Mas, qual é o problema em escolher um destino onde estão concentrados muitos brasileiros? A resposta é simples, a convivência constante com brasileiros durante o programa de intercâmbio pode comprometer o aproveitamento no que diz respeito à prática do idioma. Por isso, fique atento a mais essa escolha.

- Seguro Viagem

Item imprescindível para quem vai passar uma temporada no exterior é o chamado seguro viagem. Apesar de muito importante, poucos são os que lembram e dão importância a ele. Portanto, não deixe esse componente de fora do seu check-list, pois nunca se sabe quando um acidente pode acontecer. Para não correr risco, é bom providenciar logo. Existem alguns planos de saúde que cobrem despesas médicas obtidas no exterior. Mas, para não sofrer nenhum contratempo, confira antes se o que você possui oferece esse serviço. Alguns países solicitam a comprovação do seguro viagem logo ao desembarcar. Isso pode ocorrer mesmo em países que não exigem visto para a entrada de brasileiros. Procure se informar se o seu destino tem a exigência da apresentação do seguro saúde.

- Voos

Lembre-se sempre de que podem ocorrer alterações de última hora com voos e com aeroportos. Por isso, confirme seu voo 48 horas antes do embarque. O aconselhável para voos internacionais é chegar ao aeroporto com 3 horas de antecedência. Outra dica importante é registrar seus produtos eletrônicos na Receita Federal dentro dos aeroportos antes de viajar. Fazendo isso, você evita qualquer possível transtorno com a alfândega, que pode afirmar que os produtos foram adquiridos no exterior.

- Autorização de Viagem

Caso o participante do programa de intercâmbio seja menor de 18 anos, é necessário apresentar autorização do pai e da mãe ou responsável para viajar. O documento precisar ser reconhecido em cartório e, muitas vezes, necessita da autorização de um juiz.

 

Tomando essas providências, você não terá nenhum transtorno nos processos de organização antes do acontecimento da viagem, não esquecerá nada e poderá curtir cada momento da nova experiência!

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