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Engenharia Elétrica

Facilidade de raciocínio e domínio em disciplinas de cálculo são alguns dos requisitos fundamentais para ingresso no curso de Engenharia Elétrica.

Publicado por Bruna Carneiro em Engenharia

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Engenharia Elétrica estuda transmissão, recepção e distribuição da energia em diversos setores
Engenharia Elétrica estuda transmissão, recepção e distribuição da energia em diversos setores

A Engenharia Elétrica é responsável pelo desenvolvimento de dispositivos eletroeletrônicos com função nas áreas de telecomunicações, computação, robótica, eletrônica, etc. Ela estuda a transmissão, recepção e distribuição da energia elétrica em diversos setores de hidrelétrica, termelétrica e subestações de energia, assim como os sistemas responsáveis por esses processos. 

O profissional de engenharia elétrica desenvolve suas funções na elaboração de projetos de sistemas de automação, medição, instrumentação, máquinas, controle de linhas de produção etc. Ele também participa do processo de construção de usinas hidrelétricas, termelétricas e nucleares, atuando como supervisor e orientador das tarefas aplicadas ao campo da eletroeletrônica e eletrônica. 

 

Público-alvo
Para ingressar em Engenharia Elétrica, um dos requisitos principais é ter facilidade de raciocínio em relação aos princípios de mecânica, física e dos conhecimentos científicos. Além disso, também é necessário ter um grande domínio em disciplinas de cálculo, dedicação, concentração, gosto por realizar pesquisas e estudos, interesse em projetar coisas, habilidade numérica etc.

 

O curso
O curso de Engenharia Elétrica é baseado nas disciplinas de matemática, física, administração, economia e informática. No início da graduação, o curso é cheio de aulas práticas feitas através de experimentos realizados em laboratórios. Com o tempo, os alunos começam a elaborar seus primeiros projetos da carreira, como os de sistemas elétricos, materiais elétricos, sistemas digitais e eletromagnetismo. 

 

Duração média 
Bacharelado – 10 semestres

 

Mercado de Trabalho
As empresas de contratação mais tradicionais são as concessionárias de energia, construtoras e empresas de tecnologia da informação. Mas, além disso, o recém-formado pode desenvolver suas atividades na área de telecomunicações, pesquisa e desenvolvimento em empresas de energia, computação e até mesmo no setor financeiro, que é um dos mercados que mais buscam profissionais da área. 

No Brasil, as regiões que possuem um mercado mais amplo são Sudeste e Sul, onde se concentram os maiores polos industriais do país. Porém, as indústrias da região Norte e Nordeste têm passado por um extremo crescimento, o que possivelmente ocasionará, em um futuro muito próximo, uma abertura do mercado nessas localidades. 

Todas as equipes avançadas de desenvolvimento buscam profissionais com formação de mestres e doutores. O engenheiro bem sucedido em sua carreira pode conquistar cargos administrativos ou gerenciais em grandes empresas, devido ao crescimento do mercado. Além disso, o mercado abre oportunidades para professores universitários, pois com o aumento do número de estudantes interessados na área, aumenta a quantidade de cursos oferecidos nas universidades. 

 

Formas de Atuação
O engenheiro eletricista pode atuar em diversas áreas, devido a sua formação generalista, dando a ele a possibilidade de se encaixar na supervisão, coordenação ou na orientação de estudos nos campos da eletrotécnica e eletrônica. Ele ainda pode lidar com atividades de computação, microeletrônica, circuitos integrados, comunicações e telecomunicações, automação, medição e controle elétrico e eletrônico; estudar o funcionamento das instalações de rádio, televisão etc. Outras áreas de atuação do engenheiro eletricista são na elaboração e direção de projetos para geração de energia elétrica, desenvolvendo e montando equipamentos como transformadores, motores etc. 

 

Campos de Atuação 
Automação
(Projeção de equipamentos eletrônicos visando à diminuição do uso da mão de obra nas linhas de produção industrial, substituindo-as por máquinas.)

Eletrônica
(Desenvolvimento de sistemas eletrônicos com o objetivo de adquirir e transmitir dados por radiofrequência, como áudio, pressão etc.)

Eletrotécnica 
(Construção de usinas, redes de geração de energia e também os equipamentos utilizados na transmissão, geração e destruição; planejamento, manutenção e ampliação das redes de alta-tensão) 

Engenharia Biomédica
(Gerenciamento do uso dos equipamentos de assistência médica que são utilizados nos hospitais e laboratórios; além de sua construção e manutenção)

Hardware e programação
(Desenvolvimento e programação de sistemas) 

Instrumentação
(Criação de sistemas e equipamentos para realização de medidas, atuadores e registro de dados)

Microeletrônica
(Criação e sistemas integrados de computação, telecomunicações e entretenimento, testando-os e projetando-os.)

Telecomunicações
(Criação de sistemas de comunicação e processamentos de sinais; desenvolvimento de serviços de expansão da telefonia e equipamentos de transmissão de dados por imagem e som)

 

Regulamentação da profissão 
Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966.

 

Quantidade média de profissionais
Estima-se que exista uma média de 110 mil engenheiros ativos no mercado de trabalho.

 

Remuneração média
R$ 3 mil a R$ 5 mil para profissionais recém-formados

 

Exigências para exercício da profissão
Para desenvolver a função é necessário ter diploma de graduação em Engenharia Elétrica e ser registrado no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. 

 

A opinião de quem entende
O Super Vestibular quer saber como é a sua experiência como engenheiro eletricista ou estudante da área. Conte-nos!

 

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